Essa crônica tem um título que não tem ABSOLUTAMENTE NADA a ver com o assunto. Mas, já me disseram que NINGUÉM pode entender por que 100% tal autor escolheu tal título, e blá blá blá... E também por que prometi a uma pessoa muito querida que seria esse. Prepare-se.
Temos que aceitar o que temos. Simples assim. Aproveitar e se moldar a tudo aquilo que a vida nos dá. Transformar coisas por aí. E se não der pra mudar eu mudo. Mas também me livrar daquilo que temos certeza do que não vale mais a pena guardar. E de onde tirar toda essa sabedoria? É pra isso que existem os erros. Quanto mais erros, mais sabedoria acumulada. Chega uma época da vida, que temos a sorte de errar, para melhorar mais e mais. Nem sempre terá aquele caminho fácil e cheio de flores para andar. Ás vezes rodeamos as mais claras ruas da escuridão. Com esses erros ganhamos a experiência de perder. Só quem perde, tem. O sentimento de nunca ter tido, com certeza, é pior do que pelo menos ter. Somos injustos e rígidos com nós mesmos. Sem motivo algum. Só por alto flagelo, um masoquismo interior. Como diz a música, vamos nos permitir, se soltar, vai que a liberdade presenteie com inspiração ou criatividade?
A permissão de voltar a ser criança, a pensar menos e agir mais. Ter menos medo e mais atitude, mais prazer em coisas pequenas. Conhecer e Reconhecer o sabor de um pequeno prazer realizado e a junção deles no final do dia. Nada é feito só de açúcar. Temos nossos dias ruins. Mas, tudo passará, como diz Xavier.
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